terça-feira, 17 de junho de 2008

SAINDO DO FORNO - Sem Ouro, Brasil soma 2 Pratas e 11 Bronzes POR FELIPE DILAN SOARES

Anunciados os resultados de cinco das dez áreas do Festival de Cannes, o Brasil ainda não sentiu o gostinho do Ouro. Até agora, o país acumula 2 Pratas e 11 Bronzes.A área de melhor performance para o Brasil até agora foi a de Outdoor, com 2 Pratas e 3 Bronzes (veja aqui). Além disso, as agências do país faturaram 4 Bronzes em Radio (aqui), 3 em Promo (aqui) e 1 em Media (aqui). No Direct Lions, o Brasil saiu de mãos abanando.A agência brasileira mais premiada até agora é a AlmapBBDO, com 2 Pratas e 1 Bronze. Na seqüência aparecem, com dois Bronzes cada, a Bullet, a F/Nazca S&S e a Lew'Lara\TBWA. Já garantiram ao menos um Bronze a FabraQuinteiro, a Fischer América, a McCann Erickson e a SantaClaraNitro.As próximas chances de prêmios para o Brasil são as áreas de Cyber (shortlist aqui), Press (shortlist aqui) e Design (shortlist aqui), que anunciam seus vencedores na manhã desta quarta-feira, 18. Depois disso, as possibilidades diminuem consideravelmente nos últimos dias da semana, quando saem os resultados de Film e Titanium.



Alexandre Zaghi LemosPublicada 17 de junho de 2008 às 08:02

CAMPANHAS - POR BRAULIO ARAÚJO

A Química Amparo aposta na cantora Daniela Mercury para estrelar a nova campanha do sabão em barra Ypê, criada pela agência P&M.O comercial com estréia prevista para esta semana, remete à alegria, otimismo e brasilidade, mostra pontos turísticos de diversas regiões do país e destaca que o sabão Ypê é o mais consumido de Norte a Sul do Brasil.A estratégia inclui ainda material para ponto-de-venda. A criação é de Gilberto dos Reis, Judy Togashi e Sergio Adamo, com direção de criação de Reis. A produtora é a Cine, com direção de Clovis Mello.

CAMPANHAS - POR BRAULIO ARAÚJO

A Hello desenvolveu para o "Rádios Baixahits", uma campanha estrelada por Sabrina Sato e os irmãos Supla e João Suplicy, entre outros artistas, que divulga o "BaixaHits", produto do Portal Virgula que permite ao internauta fazer download de mais de 500 mil músicas e criar sua própria rádio.Com o mote "Baixar é preciso", a ação traz anúncios onde os artistas aparecem com as calças abaixadas. Uma tarja que impede a visualização das partes íntimas traz a mensagem: "BaixaHits - Muito Refrão, Pouco Cifrão. Mais de 500 mil músicas para você montar sua rádio".Os anúncios serão veiculados em revistas no mês de junho e, numa segunda fase, a ação terá a participarão de artistas como Marcelo D2 e Latino e será estendida para cinema, televisão e rádio. A criação é de Cristian Mazzeo, Solon Miranda e Gustavo Pehrsson, com direção de Suzana Apelbaum e Mazzeo.

CAMPANHAS - POR BRAULIO ARAÚJO


A Casas Bahia apresenta seu Super Arraial, criado pela Y&R. A estrela da campanha é o humorista Pedro Bismark, que dá vida ao personagem "Nerso da Capitinga". A criação é de Osvaldo Speratti, André Bizerganian e Ricardo Papp, que também assina a direção de criação. A produtora é a Mixer, com direção de Sergio Mesquita.

CAMPANHAS - POR BRAULIO ARAÚJO


A Caixa Econômica Federal começa a veicular nesta semana a campanha criada pela Fischer América pelo centenário da imigração japonesa. Com produção da O2 Filmes, o comercial conta a história real da família do gerente de uma agência do banco, Bruno Mizusaki, descendente de imigrantes japoneses.A história dos Mizusaki foi escolhida após uma pesquisa realizada pela Caixa e daFischer junto aos funcionários nikkeis do banco, que este ano patrocinarámais de 10 eventos relacionados ao centenário da imigração. O filme - que tem locução da atriz Zezé Motta - começa mostrando uma fotografia do começo do século do imigrante Riichiro Mizusaki e de sua mulher, que saíram do Japão em direção ao Brasil para recomeçar a vida nas lavouras de café nos anos 1910. A saga da família foi reconstituída até os dias de hoje.A criação é de Pedro Pletitisch e Marcelo Romko, com direção de Flávio Casarotti e Pedro Cappeletti. A direção de cena é de Heitor Dhalia e a direção de fotografia de Ted Abel.

CAMPANHAS - POR BRAULIO ARAÚJO

A Quê Comunicação criou a campanha que divulga o 3º Encontro de Redação Publicitária, evento que é uma iniciativa da Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade (Alap), que acontece de 1º e 3 de agosto, em Paraty, no Rio de Janeiro.O plano de mídia inclui filme, spot, anúncios, cartazes e hot site. O primeiro anúncio circulará na semana que vem em revistas do trade de marketing, e os demais serão veiculados em julho. A criação é de Danielle Pascoalino e Ana Paula Esteves, com direção de Eduardo Almeida e Chiquinho Lucchini

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Para quem gosta de criação Publicitária


No último dia 24, quinta-feira, diretores de criação e CCO's de todas as agências Publicis no mundo se reuniram em Paris, na primeira edição do Publicis Lions. Ao todo, 25 jurados avaliaram as melhores peças publicitárias de 2007, criadas dentro da rede.


A Publicis Brasil conquistou o GP de Mídia Impressa, com a peça “Círculos”, criada para o Mackenzie, campanha que recebeu Leão de Ouro em Cannes 2007, na mesma categoria.
OBS: Se não for possível visualizar a peça inteira clique:
Felipe Paiva

História da Publicidade e Propaganda

A história da publicidade e da propaganda, no Brasil, tem início ainda no século XIX quando o desenvolvimento econômico, baseado na agro-exportação, promove um crescimento urbano capaz de abrigar diferentes atividades profissionais e setores de negócios que necessitam comunicar sua existência ao mercado.Os primeiros anúncios aparecem principalmente nos jornais e se referem à venda de imóveis, de escravos, datas de leilões, ofertas de serviços de artesãos e profissionais liberais. Embora os jornais recebam a maioria dos anúncios também podemos encontrar, no período, outros veículos como os cartazes, painéis pintados e folhetos avulsos.

Já em 1821 surge o primeiro jornal de anúncios, o Diário do Rio de Janeiro, este tipo de jornal surge para facilitar as transações comerciais e são os primeiros diários que sobrevivem de anunciantes e não de assinaturas de leitores. Os anúncios se caracterizam por textos longos e poucas ilustrações como em nossos atuais classificados.No início do século XX, com a melhoria do parque gráfico e o aparecimento das revistas - chamadas de semanários ilustrados - os anúncios ganham ilustrações e cores e seus textos se tornam mais objetivos. O tipo de propaganda que se sobressai é a venda de remédios que aparecem principalmente em preto e branco e em tamanhos menores, são eles os responsáveis pelo sustento das revistas e jornais já que existem em grande número. A principal característica do anúncio neste período é o uso de políticos que aparecem em caricaturas e com diálogos bem humorados vendendo produtos alimentícios, marcas ou comentando sobre lojas. O presidente da República e seus ministros são os personagens preferidos dos desenhistas, mas isto não exclui o uso de figuras internacionais como nos anúncios do Pó de Arroz Rei Alberto.

As primeiras agências de publicidade começam a parecer a partir de 1914, em geral, iniciam como empresas de anúncios e evoluem para agências como foi o caso da Eclética que estava sediada em São Paulo, cidade que no período, da Primeira Guerra Mundial, ganha outras agências como a Pettinati, Edanée, a de Valentim Haris e a de Pedro Didier e Antônio Vaudagnoti. Com o desenvolvimento industrial que se inicia no país, chegam as empresas americanas e com elas chegam também as agências de propaganda norte-americanas que imprimem uma nova estética para a publicidade e exigem a profissionalização das áreas envolvidas com a publicidade e propaganda, neste sentido, desenhistas, fotógrafos, áreas de criação e gráficas ganham um novo impulso técnico e profissional para atender as necessidades de agências a Ayer logo substituida pela J. Walter Thompson e o departamento de propaganda da GM que depois se torna a Gráfica Lanzara.

Na década de 20 tem início as primeiras grandes campanhas de empresas multinacionais que se instalam no país. A Bayer é a pioneira em campanhas para promover seus produtos, principalmente a Cafiaspirina, Aspirina e Alka-Seltzer.

Mesmo com a crise de 29, a publicidade se desenvolve a passos largos, aparecem os painéis de estradas, o out-door, os anúncios em revistas e jornais tornam-se mais sofisticados, slides coloridos em lâminas de vidro são exibidos nos cinemas e programas e jingles para as rádios são criados dentro das agências. As pesquisas de mercado para conhecer o consumidor e seus hábitos tornam-se cada vez mais importantes e são exigências de empresas como a Perfumaria Gessy e dos laboratórios farmacêuticos.

O rádio cresce rapidamente a partir de 1931, quando o governo federal passa a conceder para a iniciativa privada a exploração do sinal de rádio, as agências passam não só a confeccionar jingles e publicidades para as rádios como também produzem os programas que são patrocinados por grandes empresas, como o Repórter Esso. Neste período, cerca de 60% do capital destinado à publicidade, pelas empresas, é aplicado no rádio na forma de publicidade e/ou de patrocínio de programas. Os principais anunciantes são lojas de departamentos, restaurantes, lanchonetes, xaropes, remédios e produtos alimentícios. Com a Segunda Guerra Mundial, acontece um decréscimo no movimento de anúncios criando uma crise no setor da publicidade que passa a se recuperar somente a partir de 1945. O rádio ainda é principal veículo de propaganda e as radionovelas, programas de auditório, humorísticos e radiojornais são os programas que mais recebem patrocínio de grandes empresas.

A consolidação da sociedade de consumo acontece a partir do pós-guerra e durante toda a década de 50, multiplicando produtos como veículos, eletrodomésticos, refrigerantes, confecção e fazendo surgir os crediários que facilitam as compras, promovem o crescimento da produção e do consumo. O mercado publicitário cresce e os profissionais da área a sentem a necessidade de se organizarem e para tanto surge a Associação Brasileira de Propaganda (ABA), o Conselho Nacional de Imprensa (CNI) em 1949, e posteriormente a Associação Brasileira de Agência de Propaganda (ABAP). A Televisão irá trazer um novo impulso para a já sofisticada publicidade brasileira, criando mais um veículo para a divulgação de produtos e de campanhas. A partir de 1950 com a TV Tupi, inaugura-se uma nova era eletrônica e são, mais uma vez, as agência de publicidade como a McCann Erikson e a J. W. Thompson que irão trazer o “know-how”, criando, redigindo e produzindo programas e comerciais de televisão ao vivo. As “garotas propagandas” ganham fama e prestígio e as mais importantes foram Idalina de Oliveira, Meire Nogueira, Wilma Chandler, Odete Lara, Maria Rosa e Neide Alexandre. Os anúncios são principalmente de eletrodomésticos, produtos para as donas-de-casa, alimentos e automóveis. Neste momento um bom profissional de criação chegava a trabalhar para diversas agências ao mesmo tempo, e uma mesma agência podia fazer a campanha política de diversos candidatos. O crescimento econômico e industrial do país refletia-se no crescimento das agências e do mercado de publicidade e propaganda. São Paulo é o principal centro de produção de publicidade e propaganda, e muitos profissionais do Rio de Janeiro - capital do país no período - migram para as agências paulistanas com a finalidade de atenderem os setores em crescimento, principalmente o automobilístico que promove fortes campanhas e concorrências (Jeep, Volkswagen, Ford, GM, Chevrolet).
Um reflexo do crescimento do setor publicitário é o surgimento da Revista Propaganda que tratava de assuntos do setor e tinha seus artigos assinados por grandes nomes da propaganda brasileira.
A indústria cultural se consolida no país e a mídia cresce e se aperfeiçoa rapidamente. A programação e os anúncios ao vivo da televisão serão substituídos rapidamente com a chegada do VT (Vídeo Tape) permitindo que as agências criassem e produzissem uma publicidade muito mais sofisticada. E, do ponto de vista de criação e originalidade, podemos dizer que as década de 70 e 80 representam a fase áurea da publidade brasileira. Nas agências aparece pela primeira vez, as duplas de criação trazidas do exterior por Alex Periscinotto, as premiações em festivais internacionais se iniciam em 1972 com o primeiro Leão de Ouro em Cannes com a peça “Homens com mais de 40 anos” de Washington Olivetto (DPZ). As agências brasileiras se multiplicam e profissionais como Duailibi, Petit, Zaragoza, Washington Olivetto, Alex Periscinotto, Geraldo Alonso, Marcello Serpa, Nizan Guanaes e Márcio Moreira entre outros, ganham renome internacional. A publicidade brasileira passa a ser considerada uma das melhores do mundo sendo o seu maior reflexo o número de premiações que as agências brasileiras alcançam nos festivais internacionais. Aparados pela lei 4.680 de 1965, que determina uma remuneração para as agência de 20% das verbas investidas pelos anunciantes na mídia, o setor de negócios da publicidade e propaganda se consolida e torna-se cada vez mais sofisticado em termos de criação e uso de tecnologias. Durante todo o período da Ditadura militar (1964-1984) o setor cresceu sem grandes crises ou conflitos. No final do período, a crise econômica e os movimentos políticos irão se refletir no setor, levando-o a “apenas sobreviver nos dez anos seguintes” como nos informa Pyr Marcondes.O final do século XX marca uma nova configuração econômica no mundo, a globalização, irá obrigar o mercado a posicionar-se de forma diferenciada e este fato exige das agências uma reestruturação em termos de ganhos e de atendimento a seus clientes. Redução de quadros, de ganhos e maior maturidade do setor são as principais mudanças ocorridas. Este fato, permite um salto na criatividade publicitária nacional alçando o país à condição de terceira potência mundial em criação publicitária na década de 90.

A propaganda hoje, é responsável pelo sustento de boa parte da mídia e é inseparável do setor de negócios e de produção, sua maturidade e capacidade de adequar-se às novas realidades que se constituem através de todo o século XX é que a transforma em um dos bons setores de negócios do país. O exigente público brasileiro - acostumado com a alta qualidade e profissionalismo que se imprimiu às peças publicitárias veiculadas na mídia - é também responsável pela exigência de profissionais cada vez mais qualificados e preparados para atuarem neste setor.

Tecnologia 3G

Comentário de 06.5.2008
Freqüências para 3G

A compra de um dispositivo 3G (celular, smartphone, modem ou cartão de dados) requer atenção a alguns aspectos relevantes. Dentre eles, destaca-se a freqüência de operação.O Brasil contará com redes 3G operando em duas faixas de freqüências: 850 MHz e 2100 MHz. A faixa de 850 MHz já é utilizada no País há vários anos. Compreende as bandas (subfaixas) A e B do SMP e acomodou no passado sistemas de primeira (AMPS) e segunda (CDMA, TDMA, GSM) geração. Algumas operadoras dispõem desta faixa em determinadas regiões, e optaram por iniciar suas operações 3G em 850 MHz, casos da Telemig Celular (agora Vivo), Claro, CTBC Celular e TIM. A faixa de 2100 MHz foi licitada em dezembro de 2007. Compreende as subfaixas F, G, I e J do SMP. As primeiras operações 3G nesta faixa serão iniciadas em 2008.Detalhes adicionais poderão ser obtidos em:Freqüências neste siteNeste contexto, ao adquirir um dispositivo 3G, o usuário deverá considerar:• A oferta atual de 3G e os planos de implementação de 3G nas regiões em que utilizará o dispositivo, em cada faixa de freqüência. Algumas operadoras oferecerão 3G em 2100 MHz apenas, outras poderão fazê-lo em 850 MHz e/ou 2100 MHz; • As freqüências em que o aparelho desejado opera em modo 3G. As especificações dos dispositivos à venda indicam tanto as faixas de operação em modo 3G (UMTS, HSDPA) quanto em modo 2G (GSM, GPRS, EDGE). Encontram-se hoje no mercado as seguintes variações: A. Aparelhos que operam em modo 3G na faixa de 2100 MHz apenas. Neste caso, ao deixar áreas onde só exista cobertura em 2100 MHz, o aparelho operará em modo 2G (GSM/GPRS/EDGE); B. Aparelhos que operam em modo 3G nas faixas de 850 MHz e 2100 MHz. Neste caso, o usuário poderá utilizar o dispositivo em modo 3G em qualquer local onde haja cobertura 3G, independendo da freqüência; C. Aparelhos que operam em 850 MHz, 1900 MHz e 2100 MHz. Tais dispositivos contemplam também o suporte à operação em modo 3G na faixa de 1900 MHz, utilizada nos EUA e em alguns países da América Latina.Vale lembrar que todos os dispositivos 3G operam também em modo 2G, quando as redes 3G não estão disponíveis. Nesta situação, quatro faixas de freqüências podem ser utilizadas: 850 MHz, 900 MHz, 1800 MHz e 1900 MHz. Os dispositivos encontrados hoje podem operar em modo 2G em duas, três ou nas quatro faixas citadas.


A terceira geração da telefonia celular, conhecida como 3G, já é uma realidade em países da Europa, Estados Unidos, Austrália, Coréia e Japão. Na América Latina, além do Brasil, a tecnologia 3G já está disponível também na Argentina e no Chile. A chegada da 3G no Brasil traz para o país uma tendência inevitável que, em pouco tempo, será vital para a comunicação pessoal móvel: a banda larga.


Vantagens para as operadoras
Com grande oferta de serviços e produtos, economia de escala e preços competitivos, a 3G vem conquistando cada vez mais operadoras pelo mundo
Em setembro de 2007, as tecnologias de banda larga 3G (WCDMA/HSPA e CDMA2000/EV-DO) estavam disponíveis comercialmente em aproximadamente 422 operadoras no mundo, atendendo cerca de 530 milhões de usuários.
A grande disponibilidade de dispositivos 3G - já são mais de 2.500 modelos das tecnologias CDMA2000/EV-DO e WCDMA/HSPA – permite que sejam atendidos todos os tipos de consumidor. A escala mundial também tem permitido uma contínua queda nos preços dos terminais;
O que tem levado as operadoras a migrarem seus sistemas é a maior capacidade de rede, o menor custo de transmissão de voz e as maiores taxas de transmissão dados proporcionados pela 3G;
Com uma tecnologia mais avançada as operadoras podem oferecer serviços de dados cada vez mais atrativos aos seus usuários, além de uma melhor qualidade dos serviços de voz;
As operadoras brasileiras têm a oportunidade de lançar serviços tanto nas freqüências que já possuem (como em 850 MHz e futuramente em 1.800 MHz) como nas freqüências destinadas especificamente para redes 3G (2,1 GHz), leiloadas com sucesso no final do ano passado.


Vantagens para os usuários
Novas funcionalidades, melhor desempenho e altas taxas de transmissão de dados tornam os dispositivos sem fio (celular, notebook, modem ou PDA) uma estação móvel de entretenimento e serviço.
Com a tecnologia 3G, o consumidor tem acesso a serviços de banda larga sem fio em qualquer tipo de computador. Seja através de placas de dados, modems USB ou laptops com módulos 3G embutidos, é possível conectar-se à Internet e desfrutar de velocidades de conexão comparáveis a banda larga convencional.
Com as redes 3G, novos serviços também se tornam possíveis no seu celular, como videoconferência, download de músicas inteiras em alta velocidade e em poucos segundos, baixar e assistir a vídeos, jogos 3D com múltiplos jogadores, ferramentas de busca, serviços de localização e muito mais.
O Brasil já dispõe desde 2004 uma tecnologia 3G da linha do CDMA2000, chamada de EV-DO release 0. As taxas de pico de transmissão de dados desta tecnologia são de 2,4 Mbps (download).
Outra tecnologia, da linha do WCDMA, chamada de HSDPA já está disponível em algumas capitais e regiões metropolitanas e em breve estará disponível em todo o Brasil. As taxas de pico do HSDPA podem ser de 1,8 Mbps, 3,6 Mbps ou 7,2 Mbps (download), dependendo da versão implementada.
A evolução do HSDPA é o HSUPA, que eleva as taxas de upload para até 11 Mbps. As tecnologias HSDPA e HSUPA são chamadas genericamente de HSPA.

domingo, 15 de junho de 2008

Um Grande Exemplo

www.brainstorm9.com.br

Caros Pubcitários,
Há quase um ano conheci este site, que no príncipio nada mais era do que apenas um blog de um cara que gostava de mostrar novidades do nosso mercado. Pois é,o que era um blog virou um mega site onde são publicadas várias das melhores campanhas mundiais.Além disso, aquele "cara", hoje é considerado um grande crítico e fatura uma boa grana no seu antigo blog. Recomendo a todos e deixo a indagação:
Será que o Pubcitários não está no mesmo caminho?rs
Abraços